"Trincheras de ideas valen más que trincheras de piedras.”
(José Martí)
José Julián Martí y Pérez nasceu em Havana em 1853. Quando tinha apenas 15 anos, eclode uma rebelião pela independência da ilha, conhecida como Grito de Yara, liderada por Carlos Manuel de Céspedes (1819-1894), advogado e dono de terras cubano que teria libertado seus escravos e desafiado o poderio espanhol. A partir de então, começa a luta pela Independência que dura muitas décadas, destacando três principais guerras: a Grande Guerra ou Guerra dos Dez Anos (1868-1878); a Guerra Chiquita (1879-1880); a Guerra Hispano-Cubana ou Guerra Chica (1895-1898).

Com apenas 16 anos, José Martí iniciou seus trabalhos jornalísticos, publicando artigos contra o colonialismo. Com essa idade é condenado a seis anos de prisão, acusado de subversão. De início fica preso em uma pedreira fazendo trabalho forçado, mas depois é enviado para a Espanha. Em decorrência das correntes do presídio desenvolve um sarcocele que o acompanhará durante grande parte da vida.
Em 1895, quando Martí regressava a Cuba numa embarcação vinda do Haiti é surpreendido pelo ataque de cerca de 600 soldados espanhóis, e assim, em 19 de maio, é baleado e morto. O intelectual humanista e democrata morria no campo de batalha.
José Martí viveu apenas 42 anos, mas, mais de um século depois ainda é lembrado e admirado por aqueles que sustentam a luta de seu povo por sua auto-determinação e contra o imperialismo.
Fonte: http://www.cubaviva.com.br/2015/11/quem-foi-jose-marti.html
José Martí (1853-1895)
CUBA
Eduardo Galeano (1940-2015) foi um escritor e jornalista uruguaio. Nos anos 70, com regime militar no Uruguai, foi perseguido pela publicação de seu livro “As Veias Abertas da América Latina” (1971), obra de referência de esquerda, na qual o autor analisa a história da América Latina do colonialismo ao século 20. Em 1973, foi preso em decorrência do golpe militar em seu país, exilou-se, posteriormente na Argentina, onde lançou a revista cultural “Crisis”.
Em 1976, Eduardo Galeano mudou-se para a Espanha, por causa da crescente violência da ditadura argentina. Em 1985, lançou na Espanha o livro “Memória do Fogo”. Nesse mesmo ano voltou ao Uruguai.
Autor de mais de trinta livros, traduzidos para cerca de vinte idiomas, Galeano declarou, em 2014, que não se identificava mais com sua anticapitalista obra “As Veias Abertas da América Latina”. Sobre ela, disse o autor: “Para mim, essa prosa da esquerda tradicional é extremamente árida, e meu físico já não a tolera”.
Em 2006, Eduardo Galeano ganhou o Prêmio Internacional de Direitos Humanos através da Global Exchange, instituição humanitária americana.
Eduardo Galeano faleceu em Montevidéu, no Uruguai, no dia 13 de abril de 2015.
Fonte: https://www.ebiografia.com/eduardo_galeano/
Eduardo Galeano
(1940-2015)
URUGUAI

Eduardo Galeano (1940-2015) foi um escritor e jornalista uruguaio. Nos anos 70, com regime militar no Uruguai, foi perseguido pela publicação de seu livro “As Veias Abertas da América Latina” (1971), obra de referência de esquerda, na qual o autor analisa a história da América Latina do colonialismo ao século 20. Em 1973, foi preso em decorrência do golpe militar em seu país, exilou-se, posteriormente na Argentina, onde lançou a revista cultural “Crisis”.
